sexta-feira, 20 de maio de 2011

NOTA SOBRE O AR CONDICIONADO - ATO, 19 DE MAIO DE 2011

Aos discentes do Curso de História da UFPI,


Vimos por meio deste comunicá-los do ocorrido na noite de quinta-feira, 19 de Maio de 2011, na sala 329 no Centro de Ciências Humanas e Letras. O Centro Acadêmico de História, há dois anos, vem funcionando tendo um ar condicionado figurativo, visto que o mesmo apresentava péssimas condições de funcionamento. Sempre pedindo a troca, nunca recebendo aval do almoxarifado, a situação postergou-se até o momento em que o aparelho tornou-se totalmente danificado. No pedido de outro, enviaram-nos uma sucata tão danificada quanto a que se encontrava no C.A. Fizemos uma manifestação simbólica, colando cartazes questionando as autoridades responsáveis e deixando o ar condicionado exposto na praça da Diretoria de Centro. Logo tiraram-no de lá. Não recebemos mais respostas, a não ser o dito misterioso que não havia outra máquina para reposição. Neste sentido, tendo se passado quase três semanas sem resposta e sem a refrigeração, visto que o setor que cuida da manutenção não pronunciou-se a respeito do ocorrido, houvemos por entrar na Sala 329, retirar um ar condicionado, colar um cartaz indicando o porquê do ato e onde pode ser encontrado tal bem pertencente ao Erário Público e, por conseguinte, Inventário do Centro de Ciências Humanas e Letras, no intuito de, por um viés tático-simbólico, questionarmos a negligência que temos passado perante as devidas autoridades responsáveis. Não houvera um ato de vandalismo ou depredação do patrimônio público, simplesmente sua reconfiguração geográfica, tal como satirizamos no cartaz. O que presenciamos, não é, senão, o reflexo de várias outras negligências em relação aos Centros Acadêmicos nas suas solicitações, seja, no pedido de apoio para realização de eventos acadêmico-culturais, seja na disponibilização dos espaços de convivência para atividades afins voltadas à comunidade acadêmica em geral – ou mesmo em relação ao material de escritório, como um ar condicionado. É por meio de tal pronunciamento que avisamos, que o ar condicionado está no Centro Acadêmico, e só sairá de lá, quando nos for dada uma resposta satisfatória.



Saudamos a todos,

noch mehr, Genossen

Centro Acadêmico de História da UFPI

Gestão: Desafi[n]ando a História

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Semana Internacional de Museus, no Piauí o museu comemora 70 anos

O Dia Internacional dos Museus foi criado em 1977, pelo Conselho Internacional de Museus (ou Icom, na sigla em inglês) com o objetivo de divulgar a importância dos museus para a sociedade. Em 2010, o Dia Internacional de Museus foi comemorado por 95 países, que realizaram quase 30 mil eventos alusivos à data. O Brasil é o país que mais se mobiliza para comemorar a ocasião e com isso serão mais de três mil atividades como exposições, cursos, seminários, oficinas, visitas mediadas, shows, concertos, recitais, palestras e exibição de filmes, entre outras atrações.

O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura), governo do Estado do Piauí/ FUNDAC em parceria com os museus brasileiros para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio). Em Teresina, o Museu do Piauí localizado em frente a Praça Marechal Deodoro onde está o marco zero da cidade, comemora ainda seus 70 anos e abriga um rico acervo que marca diferentes épocas históricas do Estado através de peças como móveis coloniais, moedas, fósseis, dentre outras. O homenageado será seu fundador Wilson Brandão que foi Secretário de Cultura do Estado do Piauí. A comemoração conta com uma programação de atividades que será realizada no período de 18 a 20, mas se estenderá durante todo o ano de 2011 no Museu do Piauí.

PROGRAMAÇÃO

19 de maio , quinta -feira ( A memória no Museu)

Manhã

-9h30 :Palestras e depoimentos espontâneos

Palestra 01: “ O processo de reconhecimento do patrimônio imaterial”

Palestrantes: Patrícia Mendes (Fundac) e Claudana Anjos (IPHAN) Depoimento da Devota do Divino Altair de Sousa.

Local: Auditório do Museu do Piauí

Palestra 02: “O processo de reconhecimento da festa do Divino da Comunidade Marmelada (sul do estado,perto de Gilbués) como patrimônio imaterial – Pi”

Palestrantes: Roberto Sabóia (Fundac)

Depoimento de soldado Martins (morador da Comunidade Marmelada)

Local: Auditório do Museu do Piauí

-11h30 Visita comentada à exposição do Memorial do Divino

Palestrantes: Altair e Soldado Martins.

Local: Auditório do Museu do Piauí


Tarde

- 15- 17h

Oficina: Você sabe cuidar do seu acervo?

Ministrante: Maria Amélia Araújo

Local: Auditório do Museu


20 de maio , sexta feira ( A arte no Museu)

Manhã

- 9h30 Cícero Dias - Vida e obra

Palestrantes: Jacinta Ramos e Elda Ribeiro

Local: Auditório do Museu do Piauí

- 10h15 Ausências na arte

Palestrantes: Cícero Manoel e outros artistas

Local: Local: Auditório do Museu do Piauí

- 11h Vista comentada à exposição Cícero Dias

Palestrantes: Jacinta Ramos e Elda Ribeiro

Local: Auditório do Museu do Piauí

- 11h20 Visita Comentada à exposição Ausências

Palestrantes: Cícero Manoel e outros artistas

Local: Auditório do Museu do Piauí


Tarde

- 15- 17h

Oficina: Você sabe cuidar do seu acervo?

Ministrante: Maria Amélia Araújo

Local: Auditório do Museu



18 a 20 de Maio no Museu do Piauí

Visita com grupos de teatro com escolas da rede estadual e municipal pelo Museu.


XI Semana de História da UFPI - “Ano de 1968: abrace o teu amor sem largar as tuas armas”

A Universidade Federal do Piauí – UFPI, através do Centro Acadêmico de História, apresenta a todos a quem possa interessar a XI Semana de História: “Ano de 1968: abraça o teu amor sem largar as tuas armas” que se realizará em Teresina no período de 08 a 12 de Agosto de 2011, no espaço físico da já referida instituição.

É intenção do Centro Acadêmico, como meio organizador do evento, buscar uma interatividade que possa abranger olhares de pesquisadores que têm maior atuação na área enfatizada, tentando agregar outros vieses discursivos à proposta de observação do devido tempo histórico ao qual se propõe tratar, dentro do evento.

Este evento visa criar espaços de discussões a respeito dos principais acontecimentos históricos que atravessaram ano de 1968 e que perduram até os dias de hoje. Com o objetivo e finalidade de promover novas e fazer ressurgir antigas reflexões a respeito da política, cultura, arte, comportamento, revolta e contra-revolta, relacionada com a temática geral deste ano, temática esta, que marca profundamente as ações e vivências do homem contemporâneo.


Data: de 08 de Agosto a 12 de Agosto de 2011
Local: Universidade Federal do Piauí – UFPI / Auditório Noé Mendes - CCHL
Realização: Centro Acadêmico de História - Gestão: “Desafi[n]ando a História.”
Blog do evento: http://semanahistoriaufpi.blogspot.com/

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Apagando o sorriso dos apaniguados: Manifesto em defesa da ADUFPI e da livre atuação sindical



A manhã do dia 27 de abril de 2011 vai ficar marcada, na história da ADUFPI, como um dos dias mais tristes da longa trajetória de lutas e vitórias da instituição. Nesta data, atendendo ao comando do reitorado mais reacionário que a UFPI já teve, dezenas de detentores de cargos comissionados invadiram uma Assembléia Geral da nossa seção sindical para impedir que a mesma acontecesse.


Secundando acontecimento ocorrido há alguns dias, quando caravanas recrutadas em campi do interior e engrossadas por apaniguados do Campus Petrônio Portela marcharam como zumbis sobre a AG da ADUFPI para reprovar, a qualquer custo e sem nenhuma discussão, os relatórios do Conselho Fiscal, na manhã deste dia 27 deu-se novamente a invasão alienígena. Fato grave, para o qual é necessário que o legítimo movimento docente dê rápida resposta.


O atual gestor da UFPI, o primeiro em toda a história da instituição a sofrer uma acachapante derrota nas eleições da ADUFPI, tal como fez durante a campanha, quando tentou por todos os meios nos impor uma chapa pelega, continua fulanizando o cargo de reitor, apequenando a instituição reitoria e, de modo insano, buscando garrotear a nossa seção sindical. Não obterá êxito.


A continuada derrota do reitor decorrerá de um fato simples, porém historicamente relevante: enquanto os seus comandados marcham apalpando os contracheques em seus bolsos, miram cifrões e benefícios pessoais, nós, os professores e professoras que fazemos pluralmente a UFPI que é da gente, marchamos impelidos pelo ideal de, muito além da fulanização, transformar esta instituição numa universidade no sentido legítimo da palavra. Não nos renderemos nem nos venderemos.


A história será sempre o nosso guia. Se as pessoas honradas não morrem, como bem o disse o bravo José Alencar enquanto travava uma luta comovente contra um câncer, a honra é o nosso parâmetro. Lembremos que a intolerância autoritária, lá na década de 1960, pretextou o surgimento do Pride Day, hoje referência do orgulho de ser de diferentes e múltiplos grupos sociais em todo o mundo. No caso da UFPI, o orgulho de ser, hoje, diz respeito à tarefa urgente de enfrentar, derrotar e derrocar o autoritarismo.


Desejamos que o dia 27 de abril, apagando o sorriso amarelo dos apaniguados, seja a efeméride do nosso orgulho de ser UFPI, de lutar por ela, de não aceitar que alguém, apequenando e destroçando a magnificência da reitoria, arvore-se de seu dono. Em nome desse orgulho de ser UFPI, conclamamos a todos os homens e mulheres que estudam e trabalham na UFPI a fazer eclodir, mais uma vez, a força da nossa resistência democrática.


A hora é agora. O onde é aqui. O elo que nos une, expresso no orgulho de ser UFPI, nos conclama a enfrentar os sorrisos frágeis e amarelos dos apaniguados. Vamos apagá-los com a força de nossa resistência democrática.


Por uma UFPI plenamente da gente!


Edwar de Alencar Castelo Branco (DGH-UFPI) e Solimar Oliveira Lima (DECON-UFPI)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Carta de Repúdio a Prof.ª Dr.ª Antônia Dalva Fraça de Carvalho

Opressão, repressão, autoritarismo eram práticas empregadas em um período obscuro da história brasileira. A ditadura militar foi marcada pela repressão e opressão estabelecida pelas elites sobre o povo. No entanto, o que parecia ter sido extinto, ainda permanece vivo no âmago da sociedade atual, além do mais, o que nos deixa mais preocupados é que essas práticas continuam vivas dentro das universidades, um espaço, que na teoria, seria democrático e de pensamentos diversos.

Dizia Tancredo Neves: “O processo ditatorial, o processo autoritário, traz consigo o germe da corrupção. O que existe de ruim no processo autoritário é que ele começa desfigurando as instituições e acaba desfigurando o caráter do cidadão”. Talvez o autor desta frase não seja um exemplo para nossa história, mas seu pensamento nos faz refletir sobre a atual situação da Universidade Federal do Piauí. Nos últimos tempos estamos periodicamente nos deparando com práticas autoritárias e opressoras nesta IES.

Não citaremos e analisaremos todas as práticas autoritárias vivenciadas na UFPI, nos restringiremos aqui, em uma única história marcada por um autoritarismo perverso, história essa, vivenciada pelo curso de Licenciatura Plena em História e pela Prof.ª Dr.ª Antonia Dalva França Carvalho, chefe da comissão de currículo da UFPI e Coordenadora institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID.

Tudo começou quando alguns membros do CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA foram testemunha de uma REPRESSÂO nojenta e perversa que aconteceu, ainda no ano de 2010, durante a aula de PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO I. A aula acontecia normalmente, até alguns alunos se posicionarem, de forma democrática, contra a atual gestão superior da UFPI, isto serviu para a senhora Prof.ª Dr.ª ANTONIA DALVA FRANÇA CARVALHO esbravejar todo seu poder e de forma autoritária e agressiva ameaçar os alunos de REPROVAÇÃO ou de MUDANÇA DE TURMA se alguém ali criticasse o “NOSSO INTOCAVEL REITOR”, pois para a Prof.ª Dr.ª ANTONIA DALVA FRANÇA CARVALHO este reitor foi o que mais fez por nossa universidade.
Não bastando o acontecido, a referida professora mais uma vez de forma autoritária se coloca contra o currículo aprovado pelo colegiado do curso de História e constrói todos os empecilhos burocráticos para dificultar a aprovação do mesmo. Isto porque, com uma pequena ignorância e prepotência acreditava-se que os professores do referido curso não tinham a capacidade de formar professores, sendo assim, essa função deveria ser delegada aos professores lotados no Centro de Ciências da Educação – CCE. O fato é que a parti daí, o autoritarismo da professora Antonia Dalva deixou de ser visto apenas por uma pequena parcela do curso e passou a ser visto pelo curso como um todo, inclusive os docentes. Estes, dentro deste jogo de poder, sofreram constantes ameaças, inclusive ameaças relacionadas a processo administrativo de cunho demissionário. “É mole?”

Por conseqüência de todo esse processo, a professora Antonia Dalva ultrapassou todos os limites e como dizia a frase de Tancredo: “[...] começou desfigurando as instituições e acabou desfigurando o caráter”. De forma estupenda, a referida professora passou a usar o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, no qual ela se faz Coordenadora institucional, como um instrumento de ataque ao curso de História, sem saber que ali se fazia presente estudantes que almejavam construir um programa coerente e de qualidade. Durante o primeiro ano de funcionamento do programa, temos relatos, que ele foi extremamente excluído, marginalizado e perseguido pela Coordenação institucional, como por exemplo, a demora para entrega de materiais, as intensivas fiscalizações e entre outras perseguições, tendo em vista que os outros PIBID’s não sofriam nenhum tipo de restrição. O ultimo ato autoritário da professora Antonia Dalva foi relacionado ao processo de sucessão do cargo de coordenador do PIBID-HISTÓRIA. Com a renuncia do Prof. Dr. Roberio Américo do Carmo Souza, então Coordenador do programa, o colegiado do curso de História se reuniu e indicou o nome de dois professores do curso, e do Departamento de Geografia e História, para a Coordenação do programa, como era praxe ser feito, inclusive esse mesmo processo de sucessão foi desenvolvido pelo PIBID-GEOGRAFIA e não sofreu nenhuma restrição. O fato é que a professora Antonia Dalva não recebeu os nomes e de forma autoritária, sem nenhum debate com a comunidade acadêmica, com os docentes e, principalmente, com os bolsistas do programa nomeou a Prof.ª Ms. Vilmar Aires dos Santos, lotada no Centro de Ciências da Educação - CCE, com o intuito de afrontar os docentes e discentes do curso de Licenciatura Plena em História, tentando assim, evidenciar que os professores do referido curso não possuem capacidade para forma novos professores.

Lamentamos que diante deste autoritarismo a Prof.ª Antonia Dalva tenha usado um programa publico para satisfazer interesses pessoais. O fato é que o Centro Acadêmico de História - CAHIS não se calará diante destes atos repugnantes e usará de toda sua força política para resistir as práticas autoritárias e opressoras impostas aos estudantes do curso de História. Sendo assim, EXIGIMOS que a administração superior tome as medidas cabíveis para combater estes atos autoritários, podendo ser iniciado assim, com o afastamento da Prof.ª Dr.ª Antonia Dalva França Carvalho da Coordenação institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID e da chefia da comissão de currículo, pois não aceitamos de forma alguma qualquer tentativa de REPRESSÃO dentro dos muros da universidade. É importante lembrar que estamos tratando de um local público e democrático. Além do mais, essas práticas repressivas não podem se manter vivas em pleno século XXI.



Centro Acadêmico de História
Gestão: “Desafi[n]ando a História!”

sábado, 19 de fevereiro de 2011

FEDERAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL DE HISTÓRIA


Aracaju, 18 de fevereiro de 2011.

Convocatória

A Comissão Organizadora do Encontro Regioanal de Estudantes de História do Nordeste – COEREH -, juntamente com a Federação do Movimento Estudantil de História – FEMEH – vem por meio desta convocar os estudantes, Centros / Diretórios Acadêmicos, coletivos e demais interessados a participarem do II Encontro Regional de Estudantes de História do Nordeste – EREH – com a temática “O Papel da Juventude Na Construção da História”, a se realizar entre os dias 20 a 24 de abril de 2011, na Universidade Federal de Sergipe, campus São Cristovão, na cidade de Aracaju – SE.
A programação do II EREH/NE inclui debates, painéis, mostras, oficinas, espaços de apresentação de trabalhos acadêmicos e outras atividades que propiciem a integração e o intercâmbio de experiências entre os participantes do encontro. A idéia do encontro é que seja articulado as coisas não sendo isoladas e únicas, elas se entrecruzam de forma que o EREH é simultaneamente um espaço político, acadêmico e cultural.
Convidamos a todos os estudantes e interessados das diferentes áreas para participar do II EREH/NE, ressaltando a importância do espaço para integração dos estudantes de história do nordeste, da construção e fortalecimento da FEMEH, promover o debate sobre temas que envolvam o papel da juventude na construção da história, e espaço para apresentação e publicação de trabalhos científicos.
Atenciosamente,

Comissão Organizadora do Encontro Regional de Estudantes de História
Federação do Movimento Estudantil de História

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O II Encontro Regional dos Estudantes de história- EREH- NE irá acontecer dia 21 à 24 de abril( semana santa) na Universidade Federal de Sergipe, campus São Cristovão, terá como tema: "O Papel da Juventude na Construção da História". O encontro regional nos oferece um espaço acadêmico com gt's, mesas redondas voltadas para discussão acadêmica e apresentação de trabalhos dos encontristas, mas é sobretudo um espaço político do nosso curso, onde além da discussão sobre as probemáticas do curso podemos discutir ainda sobre aspectos culturais, pollíticos e econômicos que permeiam nossa sociedade. Esse espaço acadêmico é também um espaço de integração de estudantes que reunem pessoas dos 9 estados do nordeste.

Mais informações: iierehnese.blogspot.com